......E foi assim, com um sorriso no rosto, um pensamento sincero e um andar confiante, revelou ao mundo: estava vivo outra vez. E de novo as coisas davam certo e de novo podia ser cômico; lavava as mãos e as mãos ficavam limpas, outra vez.
......Trouxe para dentro do peito brilhos, confetes, festividades. Lágrimas desciam, de vez em quando, era emoção positiva. Eram lágrimas de olhos alegres. Era um prazer de estar elétrico. Era ausência de ódio. Era um sorriso de bebê. Era o sorriso da mãe que vê o sorriso do bebê.
......O dia estava igual ao dia como deveria ser, sempre. O sol não queimava o rosto, o vento não agredia tanto. Os galhos das árvores dançavam silenciosos.
......Sorriu mais uma vez, quando viu sua imagem refletida no azulejo. É que ele nunca fora de azulejo. Sorriu porque se deve sorrir toda vez que se descobre que podia ser outra coisa que não ele mesmo. Ele também era de azulejo, sorriu.
......Sentiu que o dia, naquele momento, era um poema. Curto. Alegre. E outro poema. Curto. Alegre... A vida era aquela alegria de se ler poemas curtos alegres.
......Deitar na grama, andar descalço na grama, alisar com as palmas da mão a grama. Cantar baixinho, olhar pro céu: nuvens em forma de poema; nuvens em forma de alegria; nuvens em forma de bebê sorrindo.
......E foi assim, com um sorriso no rosto, um pensamento sincero, um andar confiante, prometeu guardar dentro de si mesmo, onde ninguém podia roubar, onde nenhuma enchente podia arrastar, onde nada, ninguém, nem ele mesmo, desprezariam aquela sensação de primeiro dia numa roda gigante girando ao lado de um lago limpo e cisnes voando.
......Mas também era aquela sensação de abraço apertado de alguém especial, numa rede balançando levemente na varanda de casa.
......Tava decidido, guardaria tudo, tudo mesmo, para nunca esquecer o dia em que um pequeno bebê dava seu primeiro sorriso, chorando, e a mãe do bebê, sorrindo chorando, e ele mesmo, sorrindo chorando, naquele dia que estava igual ao dia como deveria ser, sempre.
......Trouxe para dentro do peito brilhos, confetes, festividades. Lágrimas desciam, de vez em quando, era emoção positiva. Eram lágrimas de olhos alegres. Era um prazer de estar elétrico. Era ausência de ódio. Era um sorriso de bebê. Era o sorriso da mãe que vê o sorriso do bebê.
......O dia estava igual ao dia como deveria ser, sempre. O sol não queimava o rosto, o vento não agredia tanto. Os galhos das árvores dançavam silenciosos.
......Sorriu mais uma vez, quando viu sua imagem refletida no azulejo. É que ele nunca fora de azulejo. Sorriu porque se deve sorrir toda vez que se descobre que podia ser outra coisa que não ele mesmo. Ele também era de azulejo, sorriu.
......Sentiu que o dia, naquele momento, era um poema. Curto. Alegre. E outro poema. Curto. Alegre... A vida era aquela alegria de se ler poemas curtos alegres.
......Deitar na grama, andar descalço na grama, alisar com as palmas da mão a grama. Cantar baixinho, olhar pro céu: nuvens em forma de poema; nuvens em forma de alegria; nuvens em forma de bebê sorrindo.
......E foi assim, com um sorriso no rosto, um pensamento sincero, um andar confiante, prometeu guardar dentro de si mesmo, onde ninguém podia roubar, onde nenhuma enchente podia arrastar, onde nada, ninguém, nem ele mesmo, desprezariam aquela sensação de primeiro dia numa roda gigante girando ao lado de um lago limpo e cisnes voando.
......Mas também era aquela sensação de abraço apertado de alguém especial, numa rede balançando levemente na varanda de casa.
......Tava decidido, guardaria tudo, tudo mesmo, para nunca esquecer o dia em que um pequeno bebê dava seu primeiro sorriso, chorando, e a mãe do bebê, sorrindo chorando, e ele mesmo, sorrindo chorando, naquele dia que estava igual ao dia como deveria ser, sempre.











